sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Até que enfim ... (mais ou menos né)

Até que enfim uma bola dentro aqui no xadrez do Estado: desde hoje, sexta, sabemos a composição das equipes do ITC.
A notícia seria melhor fosse divulgada com maior intervalo de tempo, já que as inscrições terminaram na segunda-feira.
Sabemos que a coisa está feia quando passamos a elogiar aquilo que deveria ser corriqueiro e normal.
E, desde já, se poderia aplicar a nova regra da FIDE: WO ao jogador que não estiver no seu tabuleiro para o início da rodada.
Blanco

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Faltam poucos dias para o MI da ALEX

Sei que as vivandeiras, os picaretas, as almas penadas, os fofoquinhas boquirrotos, todos estão ávidos por notícias do novo torneio FIDE Norma de MESTRE INTERNACIONAL da ALEX.
Estamos acautelados com os muy amigos. Aqueles que insistem bravamente em querer nos ajudar de todas as maneiras possíveis para que o evento sai dos trilhos.
Não vamos aqui ficar pregando o levantamento de curvas estatísticas, mas talvez fosse o momento de pedirmos uma ficha de antecedentes, a famosa ficha corrida, para separarmos o joio do trigo.
Homenagemos nesse novo torneio FIDE a ilustre figura de HELIO DA MOTTA FILHO. Uma das forças motrizes e principal incentivador para que o projeto ALEX surgisse e vicejasse até os dias atuais.
Muito pouco há que se falar do homenageado, pois jamais esteve metido em eventos mirabolantes, picaretagens, não pratica artes marciais, nem agride outros enxadristas.
Sua ação toda foi voltada para construir uma história digna de xadrez, nascida em 28/12/1974, no subúrbio do Rio de Janeiro.
De lá até os dias atuais, muitas águas rolaram, mas a memória continuou sendo preservada, vem sendo resgatada e vai sendo atualizada.
Blanco

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Não vale j'adoube na FIDE

25 de Novembro de 2008.
Um pouco de compostura não faz mal a ninguém.
Na vida podemos ter adversários e, mesmo assim, termos uma convivência civilizada com todas as pessoas.
Alguns confundem divergência, levando as coisas para o lado pessoal. E, no transcurso se vêem obrigadas a vender suas almas ao diabo.
Cobras e lagartos são falados do adversário numa posição intransigente de ruptura sem volta. Até que algo acontece, e os inimigos figadais começam a se abraçar, pensando que os que assistimos a tanto descaramento não ficaremos chocados.
Nesse caminho, sem a menor compostura, a moral vai se degradando pouco a pouco.
E os amigos de sempre e os simpatizantes recém chegados, de boa fé, zelosos em buscar o melhor para o xadrez poderiam ser um porto seguro, apontando um futuro digno.
Mas, a vontade de se colocar acima de tudo e tentar levar vantagem em tudo, passando por cima de valores comezinhos, amizades de décadas, e novos admiradores, para alguns representa um passo sem o menor remorço.
Somente tamanha miopia poderia justificar j'adoubes aqui e acolá!
E olha que fazer o que se feaz achando que tudo no final dariaá certo é muita ingenuidade.
Agora, diante do fracasso que se anunciou na longínqua Dresden, quem achava que era Muito Importante terá que se vender e jogar com fantasmas ou robôs de rating fabricado. Chegará lá, com certeza, mas, de forma cada vez mais deprimente, decadente e desimportante.
Alguma tem preço, mas ver como o destino repara as coisas não tem preço! E nem foi preciso usar o cartão de crédito.
Blanco

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Olimpíadas e para refletir ...

Recomendo àqueles que não podem acompanhar o desenrolar das Olimpíadas de Xadrez, que está acontecendo em Dresden, Alemnha, que leiam o "Diário de Leontxo García" que está sendo publicado na página de Chessbase (espanhol).
Abaixo algumas reflexões retiradas da coluna referente ao dia em que Armênia derrotou a Rússia, e, que, penso, mostram o quanto longe estamos:
"Ronda 7, 20 de noviembre de 2008
Fiesta en Armenia tras tumbar a Rusia
Otoño de 1996, recién terminada la Olimpiada de Yereván. Aquel hombre se llamaba Gevorg, se dedicaba a vender comida a los viajeros en la curva de una carretera armenia por la que sólo pasaba un coche de vez en cuando. Allí tenía montada su pequeña parrilla, y me sirvió el mejor shaslik de cordero que he probado nunca. Además, Gevorg se sabía de memoria la alineación del equipo armenio: “Akopián, Vaganián, Lputián, Anastasián, Minasián, Petrosián”, dijo de corrido. El ajedrez es muy importante en Armenia, donde esta noche estoy seguro de que Gevorg y muchos compatriotas comerán shaslik regado con vodka para celebrar la victoria de su equipo sobre Rusia un día después de tumbar a Azerbaiyán.
Situado en una zona políticamente volcánica del Cáucaso, sin salida al mar, enfrentado duramente con Azerbaiyán por los enclaves de Nagorno-Karabaj y Najichevan, sin superar aún del todo el genocidio sufrido a manos de Turquía durante la Primera Guerra Mundial, asolado por el terremoto de 1988, Armenia es un país pequeño, exsoviético, con una historia rica, convulsa y dolorosa, y con una de las culturas más antiguas del mundo. Un país así necesita motivos para estar muy cohesionado, para mantener su identidad por encima de cualquier peligro o amenaza. El ajedrez es un buen motivo, por su poder simbólico; por tanto, los ajedrecistas armenios juegan las Olimpiadas como si en ello les fuera la vida. Eran novenos en el escalafón inicial, y ahora son los líderes en solitario.
Los rusos sabían que hoy era uno de los pocos días en que la derrota les iba a acechar. Los armenios (que ahora alinean a Aronián, Akopián, Sarguisián, Petrosián y Minasián) preparan las Olimpiadas mejor que nadie (salvo, quizá, los azerbaiyanos); sus jugadores tienen mucho cuidado de no firmar contratos en fechas cercanas a la gran cita bienal. En las tres últimas olimpiadas lograron dos bronces y un oro; son los actuales campeones olímpicos. Y además tienen un motivo adicional para subir de nuevo a lo más alto del podio: dedicar el triunfo a su compañero Asrián, muerto este año en accidente de automóvil.
(...)
Armenia no es la suma de cinco buenos jugadores, sino un verdadero equipo que juega como tal. Sostiene Carlos Ilardo, mi colega argentino de La Nación –por cierto, Ilardo es probablemente el periodista de ajedrez con más espacio del mundo; publica noticias casi todos los días del año- que el nuevo sistema de puntuación en las olimpiadas (dos puntos por victoria en el encuentro, con independencia del resultado en cada tablero) favorece a selecciones como la de Armenia, estructuradas y mentalizadas para jugar en equipo, fijándose no sólo en la partida propia, sino también en las de los demás."

Blanco

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Não deixem de ler...

Capivarei e acabei detonando os links que estavam postados no blog.

Aos poucos vou reconstruindo e incluindo outros.

Fofoquinhas de lado, ao lado se encontra o link do novo blog do Stelling. Por ali só o filé! O blog de casa nova e com notícias sempre atuais. Vale conferir.

E, não se esqueçam de prestigiar a leitura do novo cronista da praça: Leo Mano.

Leo Mano fez crônicas interessantíssimas de sua viagem à Ásia para disputar o Campeonato Mundial de Solucionismo da FIDE.

A leitura é agradabilíssima: http://problogmasdexadrez.blog.terra.com.br/

Blanco

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Agradecimentos e vamos em frente!!

Em primeiro lugar, agradeço as expressões de apreço, mas nada de elogios individuais, pois não sou o portador de qualquer verdade.

Me junto àqueles que deixaram comentário, para, elogiar a ALEX por ser um clube que não tem medo de seguir bons exemplos.

Sem atrapalhar quem quer que seja, descaradamente, vamos copiando iniciativas de valor que visem melhorar o combalido xadrez praticado há muito tempo em terras de Estácio de Sá.

O CXG mostrou que era possível, a despeito da terrível ajuda que os "muy amigos" sempre buscam dar.

Sem fofoquinhas, e com muita humildade, vamos seguindo o exemplo e promovendo torneios FIDE.

Será nosso segundo FIDE com norma de Mestre Internacional. E concordamos com as críticas daqueles que trabalhammmmmmmm muuuuuuuiiiittttttttttooo, pois se nos esforçássemos para valer teríamos realizado outros tantos.

Quem desejar visitar e acompanhar as partidas, vê-las sendo de fato jogadas, as portas da ALEX estarão sempre abertas. Poderemos pecar por incompetência, mas jamais por má-fé.

Esse torneio já o considero passado! Vamos para o próximo e 2009 que nos aguarde!!

Blanco

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Brasil e Olimpíadas

Hoje, em Dresden, Alemanha se inicia a Olimpíadas de Xadrez.
Essa é a segunda competição mais importante da FIDE. A primeira, obviamente, é o campeonato mundial.
A equipe brasileira estará presente, mas não com a força máxima. Certamente, problemas insuperáveis impediu que a mesma fosse formada.
Àqueles que aceitaram o desafio de levar o estandarte tupiniquim, o nosso boa sorte e a torcida para que alcancem sucesso.
O mesmo deve ter ocorrido para não termos representante junto ao Mundial de Veteranos recém terminado. Isso apesar de se ter realizado um campeonato brasileiro de veteranos!
Enquanto isso ... aqui ao lado, los hermanos irão com força máxima.
Blanco